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| Bombeiros tentam controlar o fogo no armazém que guardava suprimentos médicos em Gaza. |
Incêndios devastaram o armazém até as primeiras horas da manhã, apesar do trabalho de bombeiros e voluntários, que ainda tentaram salvar suprimentos médicos. Uma oficina de carpintaria vizinha ao armazém também foi afetada pelos bombardeios.
O porta-voz dos Serviços de Emergência, Abu Adham, afirmou que oito civis foram feridos pelas bombas israelenses, incluindo duas crianças e três mulheres. As vítimas foram levadas para o hospital Kamal Adwan, no norte de Gaza. Abu Adham salientou que já existe uma grave escassez de remédios e suprimentos médicos no território palestino, em consequência do bloqueio israelense. Em sua avaliação, o ataque aéreo alvejou a armazém na tentativa de subjugar ainda mais a população civil.
Os caças-bombardeiros F-16 israelenses também dispararam dois mísseis em um aterro vazio no sudeste da cidade de Gaza. Ali não foram registradas vítimas com ferimentos físicos. Dois homens ficaram feridos no sul da Faixa de Gaza.
Esse ataque é parte da limpeza étnica que os sionistas praticam contra os palestinos, uma vez que dificulta e interdita o tratamento de doentes, causando sofrimento físico e psicológico, incapacitação e morte.
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| Voluntário procura salvar material de uso médico, já em falta em Gaza por causa do bloqueio israelense. |



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